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Dezembro de 2025

  • imprensaapes
  • 2 de dez. de 2025
  • 12 min de leitura

Atualizado: 8 de dez. de 2025


DIA NACIONAL DO SUPERMERCADO 2025

APES reúne lideranças para celebrar avanços e reconhecer destaques do setor supermercadista



 A Associação Pernambucana de Supermercados promoveu, no dia 26 de novembro, a Confraternização Anual 2025 em homenagem ao Dia Nacional do Supermercado. O encontro, que teve como tema “A Nossa Força Vem da União”, aconteceu no Mirante do Paço e reuniu representantes do varejo alimentar, fornecedores, lideranças empresariais e autoridades públicas.


A vice-governadora Priscila Krause esteve presente representando a governadora Raquel Lyra. O setor supermercadista desempenha um papel estratégico na economia de Pernambuco, reunindo quase 19 mil empresas ativas e gerando mais de 90 mil empregos formais, conforme dados do Ministério do Trabalho e Emprego (2024).


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O presidente da APES, Jailson Leite, destacou em seu discurso que 2025 foi um grande ano para o setor supermercadista. “Com o trabalho forte da nossa nacional tivemos conquistas importantes. A primeira conquista é a Cesta Básica Nacional de Alimentos livre de impostos na Reforma Tributária; a segunda é a modernização das regras do Vale alimentação e vale-refeição no programa de alimentação do Trabalhador, e a terceira é uma luta antiga do nosso setor, que é a de medicamentos nos supermercados”, comemorou.


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A edição deste ano contou com uma atração inédita: a participação da ex-jogadora Hortência Marcari, maior cestinha da história da Seleção Brasileira, e conhecida como a Rainha do Basquete, que ministrou a palestra “Lições de uma vida: estratégia, valores e atitudes de uma campeã”.  A ex-atleta destacou a os valores que trabalhou em sua vida para alcançar os objetivos que almejava, como disciplina, foco e, principalmente, agir.



Depois da palestra, a jornalista Sabrina Rocha, que comandou o cerimonial desta edição do Dia Nacional do Supermercado, anunciou os vencedores dos troféus Carrinho de Ouro e Personalidade Destaque. Os troféus, aliás, foram outra grande novidade deste ano. Criados pelo designer Edmilson Meneses, as peças estavam totalmente alinhadas com a nova logo e fase da APES.


Além dos troféus, cada um dos vencedores e homenageados da noite recebeu das mãos da Rainha Hortência uma bola de basquete autografada.


Carrinho de Ouro e Personalidade Destaque


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Na Categoria Destaque Inovação, o quem levou o prêmio foi a M.Dias Vitarella, com o Lámen Treloso Zero Fritura. Representando a empresa, o Gerente Executivo Comercial Carlos Fernando Rodrigues, que recebeu o troféu das mãos do vice-presidente da APES André Mendonça.


A Alvoar Lácteos ganhou na Categoria Fornecedor Indústria Nacional. E o escolhido para receber o troféu do diretor Jordão de Brito Cavalcante foi Armando Silva Lima, hoje gerente de vendas, mas que iniciou na antiga Embaré há 30 anos como promotor de vendas.


O segundo premiado na Categoria Fornecedor Indústria Nacional foi a Engarrafamento Pitú. O diretor Humberto Fernandes Silva entregou o troféu ao gerente comercial Rômulo Augusto



Já na Categoria Fornecedor Indústria Regional, a São Braz levou o prêmio. O diretor comercial da empresa, Walber Santos, recebeu o troféu do diretor Geraldo José da Silva.


A Cadan ganhou na Categoria Atacadista/Distribuidor e o diretor da APES Severino Santana entregou o troféu ao presidente da empresa, Fernando Silvestre.


A Oasis Alimentos – Feijão Turquesa – foi premiada na Categoria Qualidade em Atendimento. Nicodemos Ferreira, diretor da APES, entregou o troféu ao diretor Railson Benjamin.



A Categoria Marca Destaque teve como vencedor a Mauricea Alimentos do Nordeste. O diretor presidente da empresa, Marcondes Filho Farias, recebeu o troféu da diretora da APES Lucicleyde Clemente.


Destaque Serviço Nacional foi a categoria que o Sicredi Recife ganhou. O presidente da empresa Floriano Quintas recebeu o troféu das mãos do presidente da APES, Jailson Leite.


Na Categoria Lançamento de Produto Nacional o prêmio ficou com as Indústrias Reunidas Raymundo da Fonte com o sabão em pó Brilux e Sonho. No palco para receber o troféu das mãos do diretor da APES Rodolfo Borba os diretores comerciais Romero Longman e Nivaldo Barros e o gerente nacional Dirceu Marroquim.



A Capricche ganhou a Categoria Lançamento de Produto Regional com o Futurinhos – Chocobiscuit. A diretora industrial da empresa Maria Júlia Navarrete recebeu o troféu do diretor da APES Luciano Gonçalves.


A Categoria Fornecedor Parceiro teve três vencedores. Representando a Kicaldo, o diretor presidente Osmar Basso recebeu o troféu do diretor da APES Márcio Cosme.


A gerente comercial Denise Mariz Pessoa recebeu o troféu pela Masterboi das mãos do diretor da APES Edmilson Filho.



E o troféu da Natto Alimentos foi entregue pela diretora da APES Maria de Lourdes Lins. Quem recebeu o troféu foi o diretor comercial da empresa Marcos Revoredo.


Nos reconhecimentos individuais, a Personalidade Destaque, foram premiados Shirley Kelly, Zacarias Félix de Souza, Heverttton Veríssimo Marinho e Dr. Tadeu Calheiros, além de uma homenagem especial a Djalma Farias Cintra, do Bonanza Supermercados.


Shirley Kelly é diretora comercial da Recife Doces e recebeu o troféu Personalidade Destaque Executiva de Empresa Fornecedora das mãos da diretora da APES Marilia Gonçalves.



O prêmio de Executivo de Empresa de Supermercado ficou com Zacarias Félix Souza, do Hiperbom Supermercado. O troféu foi entregue pelo diretor da APES Ciro Tenório.



A Personalidade Empresarial foi o diretor comercial da Dilnor Hevertton Veríssimo Diniz, que recebeu o troféu do diretor da APES Luciano Gonçalves.


O prêmio de Personalidade Pública foi conferido ao vereador do Recife Dr. Tadeu Calheiros. O troféu foi entregue pelo Diretor da APES João Alves Cavalcante.


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E a homenagem especial da noite foi para um dos associados mais antigos da APES. Ele também é um dos principais líderes empresariais do Estado, uma verdadeira referência para o setor supermercadista pernambucano. O empresário Djalma Farias Cintra recebeu o troféu das mãos do presidente da APES Jailson Leite e a da vice-governadora do Estado, Priscila Krause. O empresário discursou em nome de todos os homenageados da noite. Encerrando a parte solene do evento, a vice-governadora Priscila Krause destacou, em seu discurso, o papel estratégico do setor para o desenvolvimento de Pernambuco.


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Encerrando a noite, Rafa Cout entregou tudo no palco e colocou todo mundo pra dançar.


Confira a galeria de imagens:




Consumo nos Lares Brasileiros cresce 4,33% na comparação anual, aponta ABRAS

Corte traseiro da carne bovina caiu 2,49% no ano, integrando o conjunto de produtos que registraram retração: arroz (-22,82%), feijão (-4,51%) e leite longa vida (-2,01%); Natal: setor supermercadista projeta crescimento de 15% no consumo das famílias


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O Consumo nos Lares Brasileiros registrou alta de 4,33% na comparação entre outubro de 2025 x outubro de 2024, segundo o monitoramento mensal da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS). Em relação a setembro, o indicador avançou 3,52%. Com esses resultados, o consumo acumula alta de 2,73% de janeiro a outubro.


Os dados são deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e contemplam o desempenho de todos os formatos de supermercados.


Para o vice-presidente da ABRAS, Marcio Milan, o resultado mais robusto de outubro indica uma tendência de aceleração do consumo na reta final do ano. “O mercado de trabalho segue favorável com um milhão a mais de pessoas trabalhando com carteira assinada no setor privado na comparação anual. Esse reforço na ocupação, combinado ao pagamento de benefícios e ao abono natalino — que neste ano injetará cerca de R$ 48 bilhões a mais do que em 2024 — amplia a capacidade de consumo das famílias”, destaca.


Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do IBGE, o contingente de trabalhadores do setor privado com carteira assinada alcançou 39,229 milhões de pessoas, mantendo estabilidade no trimestre encerrado em setembro. Na comparação anual, houve avanço de 2,7%, o equivalente a mais 1 milhão de empregados. No setor público, o número de ocupados chegou a 12,8 milhões, alta de 2,4%, o que representa acréscimo de 299 mil pessoas ante o ano anterior.


Além do mercado de trabalho mais aquecido, recursos disponibilizados ao longo de outubro também contribuíram para estimular o consumo. O programa Bolsa Família destinou R$ 12,88 bilhões a 18,91 milhões de famílias; o Auxílio-gás repassou R$ 542,14 milhões a mais de 5,01 milhões de beneficiários; a liberação de Requisições de Pequeno Valor (RPVs) somou R$ 2,6 bilhões para aposentados e pensionistas do INSS; e o lote residual do Imposto de Renda transferiu R$ 603 milhões para quase 250 mil contribuintes. Desde 15 de outubro, os pagamentos extras do abono salarial PIS/Pasep também passaram a entrar na economia, totalizando R$ 1,5 bilhão destinados a 1,6 milhão de trabalhadores (15/10 a 29/12).


Em novembro, acrescentam-se os repasses do programa Gás do Povo, que totalizam R$ 3,57 bilhões e atenderão 17 milhões de famílias. Já as duas parcelas do 13º salário dos trabalhadores formais — que serão pagas em novembro e dezembro — devem injetar cerca de R$ 369,4 bilhões na economia, beneficiando 95,3 milhões de pessoas, com valor médio estimado em R$ 3.512,00, segundo cálculos do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Econômicos (Dieese). O montante previsto em 2025 supera em aproximadamente R$ 48 bilhões o valor estimado em 2024, quando foram pagos R$ 321,4 bilhões a 92,2 milhões de trabalhadores.


Abrasmercado: preços da cesta recuam 0,08% na 5ª queda consecutiva


Arroz (-22,82%), feijão (-4,51%), carne bovina – traseiro (-2,49%) e leite longa vida (-2,01%) puxam as quedas acumuladas no ano


O Abrasmercado, indicador que mede a variação de preços de 35 produtos de largo consumo, registrou retração de 0,08% em outubro, marcando a quinta queda mensal consecutiva — ainda que em ritmo menor que nos meses anteriores, quando foram observadas reduções de 0,43% em junho, 0,78% em julho, 1,06% em agosto e 0,64% em setembro. De janeiro a outubro, a variação acumulada é de 0,57%. Com o resultado, o valor médio da cesta passou de R$ 799,70 em setembro para R$ 799,08 em outubro.

No mês, entre os produtos básicos da alimentação, houve queda nos preços do arroz (-2,49%), leite longa vida (-1,88%), açúcar refinado (-0,92%), massa sêmola de espaguete (-0,61%), farinha de mandioca (-0,34%), farinha de trigo (-0,32%) e café torrado e moído (-0,31%). Subiram o óleo de soja (+4,64%) e o feijão (+1,64%). No ano, destacam-se as reduções nos preços do arroz (-22,82%), do feijão (-4,51%) e do leite longa vida (-2,01%).

Entre as proteínas animais, apresentaram quedas os ovos (-2,66%), a carne bovina — corte dianteiro (-0,34%) e pernil (-0,11%). Tiveram altas o corte traseiro (+0,37%) e o frango congelado (+0,36%). No acumulado do ano, tanto o corte traseiro (-2,49%) quanto o dianteiro (-0,60%) registram queda, refletindo um movimento de acomodação dos preços após a forte aceleração observada no segundo semestre de 2024, quando as exportações aquecidas, a demanda interna mais firme e as queimadas pressionaram os valores para cima. “Uma queda moderada já sinaliza um alívio importante em uma categoria muito sensível para o consumidor”, analisa Milan.


De janeiro a outubro, o pernil registra queda de 2,27%, enquanto o frango congelado acumula alta de 1,68% e ovos, de 5,82%.


Nos alimentos in natura, a alta foi mais acentuada na batata (+8,56%) e no tomate (+2,15%). A única retração veio da cebola (-1,13%).


Nos produtos de uso pessoal, as variações foram: xampu (+0,68%), creme dental (+0,34%), sabonete (-0,24%) e papel higiênico (-1,00%).


Já na limpeza doméstica, houve queda nos preços de detergente líquido para louças (-0,70%), desinfetante (-0,19%) e sabão em pó (-0,17%). Já a alta foi puxada pela água sanitária (+0,47%).


Análise regional


A maior retração foi observada no Sul (-0,45%), onde o valor médio da cesta passou de R$ 881,79 para R$ 877,81. A queda foi influenciada pelo recuo nos preços de leite longa vida (-3,95%), açúcar refinado (-2,79%), frango congelado (-1,28%), além da estabilidade do feijão (0,01%), em contraste com a alta de 1,64% registrada na média nacional. O café torrado e moído apresentou leve queda de (-0,07%).


Na sequência, aparece o Nordeste (-0,19%), onde o valor médio recuou de R$ 712,01 para R$ 710,62. No Sudeste (+0,33%), a cesta subiu de R$ 814,27 para R$ 816,99. No Centro-Oeste (+0,42%) o valor avançou de R$ 750,88 para R$ 754,00. Por fim, o Norte (+0,68%) registrou a maior alta entre todas as regiões, com o valor da cesta passando de R$ 871,06 para R$ 876,96.


Recorte: preços recuam 0,49% no quinto mês consecutivo


Óleo de soja (+4,64%) e feijão (+1,64%) puxaram a alta, enquanto arroz (-2,49%) e leite longa vida (-1,88%) lideraram as quedas em outubro


No Nordeste, cesta fica abaixo de R$ 300,00 – menor preço entre todas as regiões

No recorte de 12 produtos básicos, o preço médio nacional registrou retração de -0,49% em outubro, passando de R$ 346,93 para R$ 345,25. No mês, dez itens apresentaram redução de preços: arroz (-2,49%), leite longa vida (-1,88%), açúcar refinado (-0,92%), massa sêmola de espaguete (-0,61%), queijo muçarela (-0,50%), farinha de mandioca (-0,34%), carne bovina – cortes do dianteiro (-0,34%), farinha de trigo (-0,32%), café torrado e moído (-0,31%), margarina cremosa (-0,05%). Houve alta no óleo de soja (+4,64%) e no feijão (+1,64%).


Na análise regional desta cesta reduzida, o Sul apresentou queda de 0,74%, com o valor médio de R$ 369,00. No Sudeste, houve leve variação negativa de 0,01%, com preço médio de R$ 359,95. O Centro-Oeste variou 0,02%, com preço de R$ 339,86, enquanto o Nordeste recuou 0,04%, para R$ 299,98. No Norte, a cesta registrou alta de 0,48%, passando a custar R$ 416,67.


Capitais e regiões metropolitanas


Entre capitais e regiões metropolitanas, os maiores valores médios para a cesta de 12 produtos continuam concentrados no Norte, com Rio Branco (R$ 416,26) e Belém (R$ 417,08). No Nordeste, seguem os menores preços do país, com destaque para Aracaju (R$ 298,81), Fortaleza (R$ 298,91), Salvador (R$ 299,83), São Luís (R$ 300,83) e Recife (R$ 301,54). No Centro-Oeste, os valores ficaram em R$ 339,62 em Campo Grande, R$ 338,75 em Goiânia e R$ 341,21 em Brasília. No Sudeste, São Paulo registrou R$ 355,24, Belo Horizonte R$ 360,25, Grande Vitória R$ 362,09 e Rio de Janeiro R$ 362,25. No Sul, Curitiba alcançou R$ 372,00, um dos maiores valores do país, atrás apenas das capitais do Norte, enquanto Porto Alegre registrou R$ 361,01.


Natal: setor supermercadista projeta crescimento de 15% no consumo das famílias

Preço médio dos produtos natalinos varia 3,5% ante 2024. Azeite fica, em média, 18% mais barato após a retirada da taxa de importação



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O consumo das famílias no período de festas deve crescer, em média, 15%, de acordo com levantamento da Associação Brasileira de Supermercados – ABRAS. A combinação de renda reforçada no fim do ano e ampliação das encomendas pelos supermercados sustenta a expectativa de um Natal mais aquecido em 2025.


Neste ano, os preços da cesta de produtos natalinos estão 3,5% mais altos que em 2024. Apesar das sucessivas quedas observadas ao longo do ano em itens básicos — como arroz, feijão, leite longa vida e cortes bovinos —, as proteínas típicas das festividades apresentam comportamento distinto.


Segundo o vice-presidente da ABRAS, Marcio Milan, esse movimento é esperado: “São produtos altamente sazonais, com demanda mais pressionada, custos logísticos maiores e, em alguns casos, dependência do câmbio, como o bacalhau. Por isso, mesmo em um ambiente de alívio nos preços da alimentação, é comum que chester, peru, tender e cortes especiais registrem aumentos acima da média. A projeção de alta de 5,8% para essas proteínas, informada pelo setor, está alinhada ao padrão histórico do fim de ano.”


Por outro lado, o consumidor encontrará azeites mais baratos neste Natal. Após a extinção da tarifa de importação em março de 2025 — que reduziu o imposto de 9% para zero — os preços do produto recuaram ao longo do ano, levando a uma queda média de 18%.

As encomendas também registram avanço. No grupo das proteínas animais, o volume médio de pedidos aumentou 10%. As variações individuais de preços são: carne bovina (+3,6%), frango (+3,5%), ovos (+4,8%), chester (+5,5%), lombo (+6,0%), peru (+6,0%), tender (+7,0%), bacalhau (+7,0%), pernil (+7,1%), peixes (+7,3%).


No segmento de bebidas, as encomendas cresceram 13%, com reajuste médio de 5,4%. As menores variações foram registradas em sucos (+2,3%), bebidas destiladas (+3,2%), cervejas (+4,6%), vinhos nacionais (+4,6%), refrigerantes (+6,0%), espumantes e frisantes (+7,1%), em vinhos importados (+9,6%).


Na cesta de frutas, o volume médio de encomendas também ficou em 10%. As maiores variações de preços ocorreram em nozes e castanhas (+7,7%), frutas especiais e importadas (+6,7%), frutas secas (+6,0%) e frutas nacionais da época (+4,5%).


Os produtos tradicionais de Natal — panetones, chocotones, biscoitos especiais e chocolates — registraram alta de 13% no volume de encomendas e variação de 7,4% no preço.


A cesta típica composta por dez itens — aves natalinas, azeite, caixa de bombom, espumante, lombo, panetone, pernil, peru, sidra e tender — foi calculada em R$ 351,80, R$ 5,97 acima dos R$ 345,83 registrados no ano passado.


Nas regiões, o valor médio da cesta ficou em R$ 341,99 no Centro-Oeste; R$ 352,75 no Norte; R$ 364,73 no Sul; R$ 348,23 no Sudeste; e R$ 351,28 no Nordeste.


Fonte: Redação SuperHiper



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Glossário da Receita Federal: guia essencial para o varejo supermercadista


Por: Escritório Ivo Barboza


A Receita Federal divulgou recentemente a segunda versão do Glossário da Reforma Tributária do Consumo, documento que busca uniformizar conceitos e siglas relacionados à implementação do novo sistema de tributação sobre bens e serviços. Embora possa parecer um material meramente técnico, sua relevância para o setor de varejo é significativa.


Os supermercados, que hoje comercializam uma ampla gama de produtos — de alimentos a itens de higiene, limpeza, eletrodomésticos e até serviços financeiros —, são caracterizados por margens estreitas e alto volume de operações, e por isso serão diretamente impactados pelas mudanças que envolvem a substituição de tributos como PIS, Cofins e ICMS pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), estruturados no modelo de IVA Dual.


A padronização de termos e definições trazida pelo glossário é um passo importante para reduzir incertezas jurídicas e facilitar a adaptação das empresas. Para o varejo supermercadista, compreender com clareza conceitos como não cumulatividade, regimes especiais e regras de transição é essencial para evitar erros na formação de preços e na gestão de estoques. A experiência internacional mostra que países que adotaram sistemas semelhantes, como o Canadá, registraram maior transparência na cadeia de consumo e redução de disputas fiscais, o que sugere que a simplificação pode trazer benefícios também ao mercado brasileiro.


O glossário está organizado em ordem alfabética e funciona como um guia de referência, esclarecendo expressões técnicas e padronizando a linguagem que será utilizada ao longo da implementação da reforma. Entre os termos assinalados, há definições de conceitos como Conclusão do Período de Apuração, Documento Fiscal, além das novas siglas relacionadas às notas fiscais de consumo.


O setor supermercadista deve enxergar o glossário não como um documento distante da prática, mas como um guia indispensável para planejar sua atuação no novo cenário tributário. A leitura atenta e a interpretação técnica são fundamentais para que o varejo consiga transformar riscos em oportunidades e se posicionar de forma estratégica durante a transição.



Os especialistas do Ivo Barboza & Advogados Associados estão prontos para esclarecer dúvidas e orientar o varejo sobre os impactos da Reforma Tributária do Consumo e as melhores práticas de adequação.



ANIVERSARIANTES DE DEZEMBRO

01 - JAILSON LOPES LEITE

02 – ALEXANDRE LEITÃO

03 - MARLI FERREIRA BARROS

10 - EDIVALDO GUILHERME DOS SANTOS

12 - SILVANA DE ALBUQUERQUE QUEIROZ

13 - RODRIGO ARRUDA ROSA

15 - MARIA DE LOURDES LINS

17- MARCOS ANTONIO DE PITA

23 - SRA. MARIA DAS GRAÇAS MARTINS SÁ

25 - LUCAS FELIPE DINIZ VILAÇA

26 - EDILSON PONTE



 
 
 

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