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Fevereiro de 2026

  • imprensaapes
  • há 2 dias
  • 10 min de leitura

Atualizado: há 3 horas


RANKING ABRAS

Estudo de maior relevância do setor supermercadista chega à 49ª edição com novidades

Participe desse relatório essencial para a transformação e a inovação do varejo alimentar




O Ranking ABRAS, o principal estudo do setor supermercadista, em breve divulgará os resultados. Realizado há 49 anos, o relatório traz os números do varejo alimentar brasileiro e traça um panorama atual de como o setor está caminhando e da sua real dimensão. É uma verdadeira radiografia do setor supermercadista, de norte a sul, e serve de termômetro para o governo e a sociedade avaliarem a amplitude e a força do segmento supermercadista.


A apresentação do estudo será realizada no evento Smart Market 2026, dia 27 de abril de 2026, no Pro Magno, em São Paulo. Além disso, os resultados também estarão disponíveis no portal da ABRAS após às 22h, do mesmo dia.


Vale lembrar que o Ranking ABRAS conta com toda a legitimidade da Associação para esclarecer os pormenores do autosserviço – e com a chancela da NilsenIQ. A pesquisa busca informações sobre faturamento, estrutura física, formatos de loja e expansão, diversificação de investimentos, entre outros aspectos fundamentais.


Entre as principais novidades desta edição estão:


  • O mapeamento do Retail Media, como nova fonte de receita e relacionamento com a indústria;

  • O uso da Inteligência Artificial em áreas como precificação, abastecimento, prevenção de rupturas, logística e atendimento;

  • A adoção de tecnologias de automação e monitoramento da operação de loja, como self-checkout, carrinhos inteligentes, sensores, etiquetas eletrônicas e visão computacional;

  • A inclusão de temas institucionais relevantes, como o crédito consignado para colaboradores CLT e as práticas de combate ao desperdício de alimentos.


Com essa ampliação, o Ranking ABRAS passa a oferecer uma visão ainda mais completa e atualizada do setor, sem renunciar à comparabilidade histórica que sempre caracterizou o estudo.


Reforçamos que, exceto pelos dados de faturamento e estrutura física, todas as informações serão tratadas de forma estritamente consolidada, garantindo a confidencialidade das respostas individuais.


O Ranking ABRAS também celebra, todos os anos, os resultados e conquistas do setor supermercadista brasileiro, pois é o único levantamento que mapeia diversos indicadores do universo do autosserviço nacional relacionados ao desempenho e à estrutura do setor.


Para participar, basta acessar o site do Ranking ABRAS 2026 e responder o questionário.



 




Encontro de negócios APES e Higge


A APES, em parceria com a Higge Connect, promoveu um jantar de relacionamento que reuniu alguns dos principais nomes do varejo regional de Pernambuco, criando um ambiente exclusivo para troca de experiências, fortalecimento de relações estratégicas e visão de futuro para o setor.


Participaram do encontro as empresas Multi Frutas Polpas, Censoni Tecnologia Fiscal e

Pro Nova / Giovana Baby



Diretoria da APES foi recebida pelo Secretário da Fazenda Flávio Mota


No encontro foram tratadas questões tributárias do setor. A entidade destacou para o gestor a importância de uma sistemática que promova competitividade para o setor supermercadista pernambucano.



Comitê Regional Pernambuco da ABRAPPE promove primeira reunião de 2026



No próximo dia 26 acontece a primeira reunião do ano do Comitê Regional Pernambuco da ABRAPPE. Neste encontro serão apresentados os novos integrantes do Comitê Regional, que está com uma nova coordenação.


No encontro será apresentado, ainda, o cronograma de trabalho do Comitê para 2026, com datas e temas sugeridos para os próximos encontros.


Sobre a ABRAPPE - Organização independente e sem fins lucrativos, fundada em 2018 e formada por representantes de mais de 1025 companhias, que visa fomentar a prevenção de perdas como cultura, por meio da capacitação, geração de estudos, troca de experiências, networking e outras práticas.


SERVIÇO

O que? Reunião do Comitê Regional Pernambuco da ABRAPPE

Quando? Quinta-feira, 26 de fevereiro, das 9h às 11h

Onde? Ferreira Costa da Imbiribeira


Pragas, clima e sustentabilidade: um novo olhar sobre a proteção dos alimentos



As mudanças climáticas, a urbanização acelerada e as novas exigências regulatórias estão transformando a forma como o setor supermercadista precisa lidar com a segurança dos alimentos. Nesse cenário cada vez mais complexo, informação técnica, inovação e troca de experiências deixam de ser diferenciais e passam a ser essenciais.


É com essa proposta que Recife recebe, no dia 17 de março, o simpósio “Pragas, Clima e Sustentabilidade: o novo paradigma na proteção dos alimentos”, um evento que promete reunir ciência, inovação e negócios em uma programação intensa e estratégica.


O evento contará com palestrantes de renome nacional, representantes de empresas e instituições reconhecidas, trazendo diferentes perspectivas sobre o tema e contribuindo para uma visão integrada entre saúde ambiental, sustentabilidade e proteção dos alimentos.


Para os supermercados, investir em conhecimento nessa área é investir em:


  • Redução de riscos sanitários e operacionais

  • Fortalecimento da confiança do consumidor

  • Adequação às normas e certificações

  • Sustentabilidade dos processos e do negócio


Serviço


Simpósio: Pragas, Clima e Sustentabilidade – O Novo Paradigma na Proteção dos Alimentos

📅 17 de março de 2026

⏰ 8h às 18h

📍 RioMar Trade Center – Torre 5 | Recife/PE



Jailson Leite é o novo presidente do SindVarejista



O presidente da APES, Jailson Leite, foi empossado nesta terça-feira presidente do SindVarejista, entidade sindical patronal dos estabelecimentos de varejo de alimentos. Além do presidente também compõem a gestão 2026 - 2030 do SindVarejista os diretores da APES André Mendonça, João Alves, Jener Matoso, Edivaldo Guilherme, Djalma Júnior, Luciano Gonçalves, Humberto Silva e Ciro Tenório.



FESTIVAL APAS SHOW 2026


Reconhecida como o maior evento de alimentos e bebidas das Américas e o maior festival supermercadista do mundo, a APAS SHOW 2026 reúne em São Paulo os principais líderes, indústrias, varejistas e especialistas do setor para quatro dias de negócios, networking e conhecimento.


Mais do que uma feira, a APAS SHOW é um ecossistema completo de inovação, onde tendências, tecnologias e experiências de consumo se encontram para transformar o mercado.


No evento, marcas apresentam lançamentos, profissionais trocam conhecimento e parcerias estratégicas são construídas para fortalecer toda a cadeia produtiva do varejo alimentar.


O Congresso APAS SHOW 2026 contará com especialistas nacionais e internacionais, que trarão conteúdos exclusivos sobre transformação digital, comportamento do consumidor, sustentabilidade, gestão e liderança no varejo moderno.


QUANDO? 18 a 21 de maio

ONDE? Expo Center Norte, São Paulo, SP



Abrasmercado: ajustes nos preços das carnes e queda expressiva dos produtos básicos marcam o comportamento da cesta em 2025

Entre os alimentos in natura da cesta, a batata acumulou queda de 13,65% no ano, enquanto tomate (+4,39%) e cebola (+3,14%) registraram altas



Abrasmercado, indicador que acompanha a variação de preços de 35 produtos de largo consumo, encerrou 2025 com um movimento de acomodação dos preços dos alimentos, marcado por ajustes graduais nos preços das carnes e proteínas e por quedas relevantes nos produtos básicos — ambos os grupos com peso significativo no consumo e no orçamento das famílias.


O indicador encerrou o ano com variação acumulada de 0,73% e preço de R$ 800,35 na média nacional.


Entre as carnes e proteínas, as variações acumuladas no ano foram moderadas. O pernil encerrou 2025 com queda de 1,84%, enquanto os cortes bovinos apresentaram elevações de 1,30% no traseiro e 1,55% no dianteiro. O frango congelado também registrou alta contida (1,60%), enquanto os ovos concentraram a maior elevação do grupo (3,98%).


Nos produtos básicos, o comportamento foi amplamente favorável ao consumidor e decisivo para o alívio da cesta em 2025. O arroz liderou as quedas no acumulado do ano, com retração expressiva de 26,55%, seguido pelo leite longa vida (-12,87%), feijão (-4,21%), açúcar refinado (-1,55%), farinha de mandioca (-1,35%) e farinha de trigo (-0,24%).


Em sentido oposto, o café torrado e moído apresentou a maior alta do grupo (+35,64%), seguido pelo óleo de soja (+3,23%).


Entre os alimentos in natura da cesta, a batata acumulou queda de 13,65% no ano, enquanto tomate (+4,39%) e cebola (+3,14%) registraram altas.


Nas demais categorias da cesta, prevaleceram movimentos de elevação. Nos produtos de uso pessoal, houve reajustes no xampu (+7,74%), creme dental (+7,61%), sabonete (+4,55%) e papel higiênico (+2,49%). Já na limpeza doméstica, destacaram-se as altas do desinfetante (+7,60%), do detergente líquido para louças (+5,74%), da água sanitária (+5,48%) e do sabão em pó (+2,21%).


Análise regional


A região Norte registrou a maior alta no ano (+1,36%), com o valor da cesta encerrando em R$ 872,82. Na sequência, aparecem o Nordeste (+1,31%), com preço médio de R$ 715,34, o Sudeste (+1,20%), com valor médio de R$ 820,85, e o Sul (+0,44%), onde a cesta atingiu R$ 869,94. O Centro-Oeste foi a única região a registrar retração no período (-0,47%), com preço médio de R$ 753,68.


Recorte 12 produtos: preços encerram ano em queda nas cinco regiões

Arroz (-26,55%) e leite longa vida (-12,87%) lideram as quedas no acumulado do ano


No recorte de 12 produtos básicos, o preço médio nacional registrou retração de 1,40% em 2025, encerrando o ano em R$ 340,39.


Entre os itens básicos, apresentaram redução de preços o arroz (-26,55%), o leite longa vida (-12,87%), o feijão (-4,21%), o açúcar refinado (-1,55%), a farinha de mandioca (-1,35%), a farinha de trigo (-0,24%) e a massa sêmola de espaguete (-0,15%).


Em sentido oposto, registraram alta o café torrado e moído (+35,64%), a carne bovina – cortes do dianteiro (+1,55%), o queijo muçarela (+1,92%), o óleo de soja (+3,23%) e a margarina cremosa (+9,90%).


Na análise regional da cesta reduzida, o Nordeste apresentou o menor valor médio, de R$ 299,15, com retração de 0,32%. Em seguida, aparece o Centro-Oeste, com preço médio de R$ 334,08 e a maior queda do período (-3,24%). No Sudeste, a cesta ficou em R$ 355,41, após recuo de 0,49%, enquanto o Sul registrou valor médio de R$ 359,51, com queda de 1,00%. O Norte manteve o maior valor absoluto da cesta, em R$ 415,18, apesar da retração de 0,27%.


Capitais e regiões metropolitanas


Entre as capitais e regiões metropolitanas, os menores valores médios da cesta de 12 produtos foram observados no Nordeste, com São Luís (R$ 296,25), Fortaleza (R$ 297,92), Salvador (R$ 299,83), Aracaju (R$ 300,03) e Recife (R$ 301,74), consolidando a região como a de menor custo médio do país.


No Centro-Oeste, os preços refletiram maior homogeneidade regional: Brasília (R$ 332,11), Goiânia (R$ 333,64) e Campo Grande (R$ 336,49).


No Sudeste, a cesta apresentou valores mais elevados, partindo de São Paulo (R$ 351,90), seguido por Belo Horizonte (R$ 355,33), Grande Vitória (R$ 355,73) e Rio de Janeiro (R$ 358,68).


No Sul, os preços foram: Curitiba (R$ 356,35) e Porto Alegre (R$ 362,67). Já o Norte concentrou os maiores preços médios da cesta: Belém (R$ 414,50) e Rio Branco (R$ 415,86), resultado associado, principalmente, aos custos logísticos, à distância dos grandes centros produtores e à dependência de abastecimento externo.


Fonte: Redação SuperHiper




Reforma Tributária em Teste: O comércio no Centro da Mudança


Por: Escritório Ivo Barboza


O início de 2026 marca um verdadeiro divisor de águas na história tributária brasileira. A entrada em vigor da fase de testes do novo sistema, com a implementação do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) Dual, inaugura um período de transição que se estenderá até 2033. Embora a Receita Federal classifique este ano como de “testes”, não se trata de mera simulação: as empresas já precisam emitir notas fiscais com os novos tributos — ainda sem recolhimento efetivo —, adaptar sistemas e rever rotinas. Para o setor supermercadista, especialmente em Pernambuco, essa etapa representa não apenas um desafio operacional, mas também uma oportunidade estratégica que não pode ser desperdiçada.


O modelo dual, que substitui tributos como PIS, Cofins, ICMS e ISS por CBS e IBS, promete simplificação e maior transparência. No entanto, a calibragem das alíquotas e a eficiência na devolução de créditos acumulados são pontos críticos. Supermercados operam com margens estreitas e cadeias longas de fornecimento; qualquer falha na compensação de créditos pode corroer resultados e gerar distorções. É por isso que especialistas defendem que o setor não pode se limitar a cumprir formalidades: deve participar ativamente do debate público, testando seus processos e apontando gargalos.


Há também impactos diretos sobre a cesta básica e produtos essenciais. Estudos indicam que itens como arroz, feijão, leite e frutas, carnes, peixes, pão francês terão alíquota zero, enquanto óleo de soja e pão de forma contarão com redução de aproximadamente 60%. Essa diferenciação é positiva para o consumidor, mas exige atenção das empresas na precificação e na comunicação com o mercado. O risco está em eventuais inconsistências entre o discurso oficial de neutralidade da carga tributária e a realidade prática, que pode elevar custos em determinados segmentos.


Outro ponto relevante é a mudança na lógica de arrecadação: o imposto passará a ser recolhido no destino da mercadoria, e não na origem. Isso tende a reduzir a guerra fiscal entre estados, criando um ambiente mais equilibrado para empresas que atuam nacionalmente. Para Pernambuco e a Região Nordeste, que historicamente buscaram atrair investimentos por meio de incentivos fiscais, essa alteração exige uma nova estratégia de competitividade. O setor supermercadista local precisa se preparar para competir em um cenário mais homogêneo, onde eficiência logística e gestão de custos terão peso ainda maior. A vantagem competitiva, daqui em diante, não virá apenas de benefícios fiscais — que tendem a perder relevância com a nova lógica de arrecadação —, mas de um conjunto mais amplo de atributos. Precisão operacional, compliance e tecnologia permanecem como pilares, somados à força logística da região, com ativos estratégicos como o Porto de Suape; à diversidade produtiva e agrícola que garante abastecimento local; à proximidade com mercados emergentes e internacionais; e, sobretudo, à capacidade de articulação coletiva das empresas em associações, que fortalece a voz do setor e reduz percalços na transição. Acrescente-se ainda a força da cultura nordestina, que imprime resiliência, criatividade e capacidade de adaptação às empresas locais. É dessa combinação de eficiência, inovação, integração regional, união empresarial e identidade cultural que o Nordeste poderá extrair sua verdadeira vantagem competitiva frente ao eixo Sul-Sudeste.


Não se pode ignorar, contudo, o custo de adaptação. Sistemas de TI precisam ser atualizados, equipes treinadas e contratos revisados. Pequenos e médios comerciantes podem sentir mais fortemente esse peso inicial, mas é justamente nesse momento que se abre espaço para diferenciação. Quem investir em compliance e tecnologia desde já estará mais preparado para 2027, quando o recolhimento efetivo começará, e mais resiliente para a transição completa até 2033.


A fase de testes deve ser encarada como um laboratório vivo. É o momento de identificar falhas, propor ajustes e construir soluções coletivas. O setor não pode se colocar como mero espectador: precisa ser protagonista, levando suas demandas às instâncias de decisão e garantindo que a reforma cumpra seu objetivo de simplificação e justiça tributária. Ignorar esse processo seria um erro estratégico que pode custar caro no futuro, tanto em termos de competitividade quanto de sustentabilidade financeira.


No escritório Ivo Barboza, acreditamos que este é o momento de agir com visão estratégica, preparando-se para os impactos e aproveitando as oportunidades que surgem. Nossos especialistas estão sempre prontos para apoiar o setor em cada etapa dessa transição.


ANIVERSARIANTES DE FEVEREIRO

03 - MARÍLIA DE COUTO CAVALCANTI GONÇALVES

03 – ROSEALBA RODRIGUES COSTA

05 - FLAVIO DA SILVA CABRAL

05 – ALEXANDRO GOES DE QUEIROZ

05 – RAFAELA BEZERRA BORBA

09 - MARIA AUZENIR DO AMARAL COUTO

09 - SEVERINO FERREIRA DE BARROS

09 - VICENTE NETTO

10 – JANILSON FERREIRA

12 - MANOEL T. F. FILHO

14 - MARIA DE FATIMA FERREIRA DE BARROS

14 - MARIA CLARA

15 - OSMAR BASSO

21 - EDMILSON JUNIOR

21 – SEVERINO CAMILO DE VASCONCELOS

23 – RILDO FERREIRA RIBEIRO

25 - MARLENE DE COUTO CAVALCANTE

25 – MARTA AGUIAR

25- GILDO AURELIANO DA SILVA

28 - JOSIEL JOSÉ DA SILVA JR.



 
 
 

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